sexta-feira, 30 de agosto de 2013

TOP FIVE - AGOSTO

19/01/2012, 4 comentários

14/08/2013, 1 comentário



06/10/2012, 2 comentários

23/08/2013

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Não!


Me lembro que quando eu era criança, meus pais não deixavam faltar nada em casa, mas vivíamos sem muito conforto, sem luxo, sem ostentar nada. Era comum eu pedir alguma coisa, um presente, passeios, viagens, por exemplo, e ouvir um "não"; mas eu sempre soube aceitar isso. Entretanto, vejo que alguns pais acabam não negando absolutamente nada para seus filhos, por medo de magoá-los ou traumatizá-los. Só que infelizmente, na vida, é necessário saber dizer: "Não"!

Aposto que você também conhece alguns pais que dizem que não podem negar nada para seus filhos, senão a criança fica com febre, fica doente, vai ficar triste, depressiva. Então, esses pais acabam até entrando em dívida, pois dão o que podem e o que não podem dar, para agradar os seus filhos. Pensam que dizendo sim para tudo, estão ajudando a educar e a torná-los futuros adultos felizes e bem resolvidos. Alguns acabam dizendo sim para tudo, por falta de paciência mesmo, falando "sim", para não ter o trabalho de argumentar e explicar o "não".

E o que será que acontece com uma criança que podia tudo, o tempo todo? O que será que acontece quando essas crianças crescem e se tornam adultas?

Na maioria dos casos, essa criança que sempre pôde tudo, que não tinha nenhum desejo negado, acaba não tendo limites, se tornando uma criança mimada. Acha que tudo tem que acontecer do jeito que ela deseja, como se o mundo vivesse em função dela. E o pior, se os pais não dizem "não", a vida acaba negando as coisas, se encarregando de mostrar que não podemos ter tudo que queremos, e muitas vezes de forma muito mais dolorosa do que se tivesse sido explicada pelos pais.

Por isso, as vezes vemos tanta gente fazendo besteiras para conseguir dinheiro, ou fazendo barbaridades para terem o que querem, não se conformando quando não conseguem aquilo que desejam; por isso vemos tantos adultos invejosos, ou com ambições desmedidas. Infelizmente, não podemos conseguir tudo que desejamos, e ao longo da vida, você ouvirá muitos "nãos". Mas no final das contas, isso te fará bem!

Aceitar tudo não é amar, aceitar tudo é, muitas vezes, se omitir!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Orgulho em 1º lugar


Estes dias, eu estava arrumando minhas gavetas, jogando fora alguns papéis velhos, para organizar direito, e encontrei um papel de muitos anos atrás, que era a respeito de um teste de personalidade, desses sem muito crédito, de revistas de fofoca. Lembro que tinha que responder alguns itens, e meus amigos e eu, fizemos de brincadeira, para saber a nossa "personalidade". Anos depois, eu por curiosidade, fui reler, e fui olhando os tópicos: amor, família, carreira, entre outros, e "Orgulho em 1º lugar".

A princípio, tive a mesma reação de antigamente, e sorri quando vi o orgulho na primeira posição, não dando crédito, achando que era um erro comum nesses tipos de teste. Entretanto, dessa vez eu parei para pensar melhor, tentando entender a razão dessa resposta tão estranha. Poderia ser verdade que o orgulho "falava" tão alto assim, em meu modo de ser?

Até que andando pela rua, vi um conhecido meu, mas aparentava estar distraído, então pensei em cumprimentar, vinha olhando de longe, a medida que eu me aproximava dele, eu pensava, melhor não falar, melhor não falar, até que passei e não falei, para não correr o risco de não ter meu cumprimento retribuído. A partir daí, eu comecei a me lembrar das coisas que considero mais importantes em minha vida, que são amor e família; é interessante que até com as pessoas que mais amo, eu costumo avisar que se duvidarem de mim, da minha palavra, se desconfiarem das minhas atitudes, eu largo de mão e não quero mais saber, pois são as pessoas que mais me conhecem, e tem obrigação de saber a minha índole e o meu caráter.

Sendo bem sincero, não sei dizer se o orgulho vem em primeiro lugar, mas percebi que claramente ele existe, e é forte em mim. O mais estranho, é que o orgulho, não te dá orgulho; você se sente mal quando deixa de fazer as coisas, deixa de perdoar ou mesmo de compreender as situações, por um medo absurdo de se machucar, por uma autopreservação exagerada. Ter um pouco de orgulho, é até bom, desde que este orgulho não seja exagerado, que não te atrapalhe. Desde o momento em que você se prejudica por conta deste orgulho, é hora de parar e repensar.

Quando você percebe e assume determinado "erro" que você esteja cometendo, isto se torna mais fraco. Você se torna consciente, se compreende melhor. Talvez só agora, o orgulho não esteja mais em primeiro lugar em minha vida, foi preciso um teste antigo, para que eu me desse conta disso.

E você, tem orgulho? Que posição ele ocupa em você? Pense nisso!


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

É difícil dizer obrigado?


Vivemos em um mundo onde a maioria das pessoas só "precisam", "querem", "necessitam". Alcançamos coisas valiosas a todo momento, e muitas vezes nem nos damos conta. É como uma busca insaciável, baseada no "ter", e não no "ser". Até mesmo aqueles que acreditam em Deus, em suas orações e rezas, pedem muito, querem muito, mas agradecem pouco ou praticamente nada. Me entristece ver que dificilmente nós agradecemos, pelo que quer que seja. Será que: "É difícil dizer obrigado?!"

Basta pararmos para pensar um pouco, para percebermos tanta coisa que não enxergamos. A natureza, por exemplo; todos os dias o Sol nos acorda, ilumina nossos dias, nos aquece do frio, trabalho incansável, dia após dia, assim como a Lua, que chega trazendo o turno da noite, acompanhada de tantas estrelas que iluminam nosso céu todos os dias. Já pararam para imaginar o que aconteceria se um dia, Sol e Lua deixassem de aparecer? Se o planeta Terra parasse de girar de modo perfeito? Sem o Sol, não teríamos mais a luz do dia, nem o calor, morreríamos de frio; sem a Lua, não teríamos descanso do calor, e tudo viraria um enorme deserto quente. Mas alguém se importa?

Recomendo também que um dia todos frequentem orfanatos, e conheçam a vida das crianças que foram abandonadas, ou perderam os pais, e ficam em um lar esperando o dia da adoção; quando você se depara com essa realidade, acredito que você aprende a valorizar mais a sua família, e acaba parando de reclamar tanto, exigindo dos seus familiares tamanha perfeição. Aí você valoriza sua casinha, as vezes simples, mas sua; a partir disso, passaria a cuidar mais dos seus pais e dos seus entes queridos, entre outras coisas. Você tem a sorte de não ter que esperar dia após dia, para saber se fica no orfanato, se vai aparecer alguém para te dar um lar e uma família, e se essas pessoas que irão te levar, te tratarão bem.

Além de ter saúde; alguém agradece por isso? Eu te desafio, passe apenas UM DIA com os olhos vendados, sem tirar a venda em momento nenhum, sem enxergar nada; passe apenas UM DIA com os braços amarrados, ou sentado numa cadeira sem levantar; passe apenas UM DIA com tampões no ouvido, sem ouvir um som sequer. Alguns de nós já fomos internados ao longo da vida, até algumas vezes, e a sensação de ficar o dia todo numa maca de hospital, sendo furado a toda hora, tomando um monte de comprimidos, sofrendo, com dor, é legal?

Então meus queridos, antes de falar um monte de bobagem, dizendo que a vida não presta, que tudo é um saco, que você só vai ficar bem se tiver o que "precisa", "quer" e "necessita", antes de reclamar ou ficar desejando tudo o tempo todo, pense nas coisas que você tem, e no quanto de motivos você tem para agradecer até mesmo por viver. Peça menos, AGRADEÇA MAIS!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O medo de acabar sozinho!


O tempo passa depressa, acelerando de um modo em que não se consegue acompanhar. Já não se é mais tão jovem como se foi um dia, tanta coisa já está mudada, está tudo tão diferente. Muitos amigos já seguiram suas vidas, se casaram, formaram famílias; alguns tem filhos já grandes. As crianças de ontem, se tornaram adolescentes, algumas até viraram adultas. Chega uma hora em que todo mundo quer um sapato velho, para um pé descalço, e a verdade é que um medo é inevitável em todos nós: O medo de acabar sozinho!

Para entender este sentimento, precisamos compreender primeiro a representação que a sociedade em geral dá, para a formação de uma família. A grande maioria das pessoas acredita que só existe realização pessoal se um sujeito consegue um par para dividir sua vida, e tiver filhos; se a pessoa consegue alcançar isso, acredita-se que houve prosperidade na vida pessoal e afetiva. Aquele que não segue, seja lá por qual razão, essa ideia de criar uma família, é visto como um sujeito infeliz.

Mas será que todo mundo que tem família e companhia, é realmente feliz? Será que todos que formam uma família, queriam realmente se casar, e seguir o rumo tradicional? E quem vive sozinho, é infeliz?

Vejo, no dia a dia, tanta gente que se desespera com esse medo de ficar sozinho, cometendo tantos erros, fazendo tanta bobagem. Alguns parecem acreditar que, o mundo para os solitários, irá acabar a qualquer momento, e restam poucas horas para arrumar uma companhia, senão será condenado a solidão eterna e a tristeza! Acabam esquecendo do ditado que diz: "Antes só, do que mal acompanhado", ou mesmo que "A pressa é inimiga da perfeição".

Depois de um tempo, você irá ver várias pessoas há muito tempo casadas, dizendo para os solteiros, que aproveitem suas vidas, pois é a melhor fase da vida, pois não existiam tantas responsabilidades, tantos problemas para serem resolvidos. O que quero dizer é que a felicidade está em você, e não onde a sociedade presume que está. Se você conquistar uma companhia agradável, que te faça feliz, vale a pena casar e seguir adiante; se você tem medo de ficar sozinho, e se junta com a primeira pessoa que te aparecer, corre sério risco de ser infeliz.

Faça tudo no seu tempo, quando for seu momento, esqueça as pressões, quem tem que viver a sua vida, é você! Não os outros...e o que tiver que ser seu, está guardado!


terça-feira, 30 de julho de 2013

TOP FIVE - JULHO

19/01/2012, 4 comentários

12/07/2012, 2 comentários


17/07/2013

06/10/2012, 2 comentários

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Generalização


Definição: "Tornar geral, não fazer restrições individuais; vulgarizar; difundir; tornar comum."

Confesso que me incomoda muito quando vejo pessoas que rotulam toda a sociedade, baseadas em um pequeno grupo de pessoas. Me dá a sensação de que querem nos fazer acreditar que todo mundo é igual, desprezando a nossa individualidade, desprezando as nossas diferenças. Ou então, procuram logo nos enquadrar em algum dos diversos grupos pré-determinados por ideias sem fundamento algum. Como é estúpida a ideia da GENERALIZAÇÃO!

Se pararmos para pensar, somos rotulados por tudo: pela forma como nos vestimos, pelos nossos costumes e comportamentos, pelo nosso modo de agir, pela nossa formação escolar e/ou universitária, pelas nossas funções na vida, pelo nosso estado civil; exemplos não faltam, até pela música que você ouve, ou o time que você torce, te rotulam ser de um certo jeito. E o pior, quando se é rotulado, ainda acham ruim contigo quando você "foge dos padrões" por eles estabelecidos. Alguém anda dizendo por aí, como é, para todo mundo ouvir? Ou se definindo de um jeito fixo e imutável? E que direito você dá a alguém para te julgar, ou achar que está certa ou errada a sua maneira de ser e agir, baseando-se na generalização?

Isso cansa, pois nos cobram que sejamos de um jeito, que não prometemos a ninguém que seríamos. Uma pessoa responsável, pode muito bem ter momentos de irresponsabilidade; o calmo, pode se estressar e ficar nervoso; o bondoso pode cometer alguma maldade, sem querer ou querendo; etc. A questão é que não sabemos meus queridos, o ser humano é imprevisível, e diante disso, não podemos garantir absolutamente nada.  

Pior do que isso, é a generalização onde somos rotulados baseados em informações primárias, como pelo seu sexo, por exemplo. Homem age assim; mulher assado. E logo vem o famoso TODO(A) homem/mulher faz isso, NENHUM(A) homem/mulher é de determinada forma. Ou seja, te julgam sem o menor conhecimento de quem você realmente é, e ainda acham que pelas experiências que tiveram ao longo da vida, "sabem" conhecer as pessoas, a partir dos seus pré-conceitos.

Portanto, acredito que a generalização nunca ajuda, mesmo quando determinado grupo age como você. Pois podemos ter semelhanças, mas não podemos esquecer das diferenças, da individualidade. Ninguém é igual a quem quer que seja! Podemos nos enquadrar em diversos estilos, diversos modos, somos livres. Não devemos generalizar, e sim aprender com as diferenças!

Você é igual à todo mundo?